Muita conversa e o Chryseia 2003
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Anda, outra vez, tudo num reboliço, num alvoroço. E tudo se centra, de novo, no que consiste ser um blogger de vinhos em Portugal. Velha onda, nova onda, Velhos de Restelo, Malta Tecnologicamente à Frente...tudo serve para troca de galhardetes.
Julgo estarmos num ponto de viragem. Num ponto onde nada vai ficar igual. Vários caminhos vão-se seguir e cabe, a cada um, escolher o que encaixa melhor na sua maneira de ver o vinho e o que o vinho representa para ele.
Eu, como já devem ter reparado, umas vezes com mais força e vontade, outras com menos, vou seguindo o meu trilho. Trilho esse, que por vezes parece vazio, sem alcance. Mas abro mais uma garrafa e tudo muda de novo. Vejo, de novo, o que o vinho representa para mim. Paixão, alegria, convívio, sensações únicas e desvario intelectual. E por vezes esquecemo-nos que estamos a falar de vinho e como servirmo-nos dele para nosso prazer. Seja ele bebendo-o, seja escrevendo por pura diversão ou com um sentido mais sério.
Poucas coisas me dão mais prazer do que partilhar uma boa garrafa com um amigo ou mesmo bebe-la sozinho quando a casa já está em silêncio. Sou só eu e ele. Mais tarde vem ela, a cadela, com os seus desvarios e pensamentos sem muita lógica. Ganha-se coragem e sonha-se alto e os problemas tendem a resumir-se a pouco mais de nada.
Como viram, falei um pouco de tudo neste post. Falei para mim e para as três pessoas que lêem o blog com vontade. Minto, três e meia porque mesmo ainda não sabendo ler, obrigo o meu filho a estar meia hora em frente ao ecrã a ver os meus posts.
Acabo o post com um vinho que já bebi há uns tempos. Ora, este foi um dos vinhos que acabei a beber à frente da televisão. Saltou da mesa para lá, de forma a fazer-me companhia serão fora. E fê-lo bem. Sóbrio, fresco, numa fase em que já não é jovem mas que ainda não é velho. De um ano quente, um vinho que me aqueceu a noite com qualidade.
Julgo estarmos num ponto de viragem. Num ponto onde nada vai ficar igual. Vários caminhos vão-se seguir e cabe, a cada um, escolher o que encaixa melhor na sua maneira de ver o vinho e o que o vinho representa para ele.
Eu, como já devem ter reparado, umas vezes com mais força e vontade, outras com menos, vou seguindo o meu trilho. Trilho esse, que por vezes parece vazio, sem alcance. Mas abro mais uma garrafa e tudo muda de novo. Vejo, de novo, o que o vinho representa para mim. Paixão, alegria, convívio, sensações únicas e desvario intelectual. E por vezes esquecemo-nos que estamos a falar de vinho e como servirmo-nos dele para nosso prazer. Seja ele bebendo-o, seja escrevendo por pura diversão ou com um sentido mais sério.
Poucas coisas me dão mais prazer do que partilhar uma boa garrafa com um amigo ou mesmo bebe-la sozinho quando a casa já está em silêncio. Sou só eu e ele. Mais tarde vem ela, a cadela, com os seus desvarios e pensamentos sem muita lógica. Ganha-se coragem e sonha-se alto e os problemas tendem a resumir-se a pouco mais de nada.
Como viram, falei um pouco de tudo neste post. Falei para mim e para as três pessoas que lêem o blog com vontade. Minto, três e meia porque mesmo ainda não sabendo ler, obrigo o meu filho a estar meia hora em frente ao ecrã a ver os meus posts.
Acabo o post com um vinho que já bebi há uns tempos. Ora, este foi um dos vinhos que acabei a beber à frente da televisão. Saltou da mesa para lá, de forma a fazer-me companhia serão fora. E fê-lo bem. Sóbrio, fresco, numa fase em que já não é jovem mas que ainda não é velho. De um ano quente, um vinho que me aqueceu a noite com qualidade.
Tecnologia da Blogger.





2 comments »
Acontece que enquanto não encontram o caminho fazem uma poeirada desgraçada hehe.
Os vinhos que se preparem que Sábado temos tertúlia :)
Sem stress.
+1
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